Discutindo e refletindo sobre: PROFISSÃO INTÉRPRETE DE LIBRAS: O INTERLOCUTOR E SUA TRAJETÓRIA.


Por: Vanda Ap. Góes Bratifisch

A profissão intérprete que obteve sua regulamentação na lei 2005/6, está apenas retomando o seu posto deixado na era medieval, quando se era necessário que houvesse um interlocutor nas transações comerciais entre os países interessados. A diferença entre os antigos e atuais intérpretes era que estes eram treinados para traduzirem as conversações de uma língua para outra, mantendo toda estrutura morfológica e semântica da língua oficial. Essas práticas foram se ramificando em diversas áreas, se subdividindo em modalidades e contextos para atender a demanda existente. Entre muitos tipos de interpretação existentes na atualidade podemos citar: tradutor de textos interprete bilateral, guia-interprete (surdo-cego), interpretação sussurrada, interpretação em cadeia, interpretação religiosa, interpretação comunitária, intérprete audiovisual, intérprete jurídico, intérprete educacional, e os tradutores muito utilizados em congressos e convenções internacionais. A tudo isso devemos atribuir os avanços tecnológicos (TICS), a globalização a expansão do mercado de trabalho e da procura de pessoas capacitadas para atenderem a esse mercado de trabalho. O reconhecimento dos direitos humanos e da igualdade social fez com que surgissem crescentes divergências sobre as formas até então dispensadas aos sujeitos com dificuldades educacionais sendo todos exclusos e despriorizados em seu desenvolvimento cognitivo, motor e social. A comunidade surda de frente a nova realidade brasileira que politizava uma reforma radical e renovadora nas instituições educacionais, uma vez sendo o ECA INDEX a igualdade social e categoricamente contra a discriminação surge o PROJETO DE LEI Nº /2004 (Da Sra. MARIA DO ROSÁRIO)
Reconhece a profissão de Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Art. 1.º. Fica reconhecido o exercício da profissão de Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – Libras, com competência para realizar a interpretação das duas línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação de LIBRAS e Língua Portuguesa, com as seguintes atribuições: I – efetuar comunicação entre surdos e ouvintes; surdos e surdos; surdos e surdo-cegos; surdos-cegos e ouvintes, através da Língua Brasileira de Sinais para a Língua Oral e vice-versa; II – interpretar, em Língua Brasileira de Sinais/ Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais, viabilizando o acesso aos conteúdos curriculares, desenvolvidas nas instituições de ensino que ofertam educação fundamental, de ensino médio e ensino superior; Art. 2.º Os Intérpretes de Libras para o exercício de sua profissão deverão estar devidamente habilitados em curso superior ou de pós-graduação, em instituição regularmente reconhecida pelo MEC.
Mas quem é esse novo profissional? Qual seu perfil? Qual é a sua verdadeira identidade?
Segundo Brasel, “the Competence of interpreters for the deaf. In Selected reading in the” (1976 ), os seguintes preceitos éticos:
) confiabilidade (sigilo profissional);
b) imparcialidade (o intérprete deve ser neutro e não interferir com opiniões próprias);
c) discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação)
d) distância profissional (o profissional intérprete e sua vida pessoal são separados);
e) fidelidade (a interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões a respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
Apesar de se ter toda uma postura ética e formal regulamentada pela ABNT (Assistência Brasileira Normas Técnicas) ainda a muitas perguntas sem respostas que estão desequilibrando estudiosos e pesquisadores de diversas áreas por se tratar de um profissional em construção de sua identidade. Quando se fala em intérprete, praticamente direciona-se a fala ao interprete educacional proficiente e com competências lingüísticas em LIBRAS. Por ser esse o ponto de partida para todas as outras ramificações existentes nessa área. Quadros, (1997). Salienta a importância da busca e da garantia de se ter como segunda língua (L2) LIBRAS, pois, a língua de sinais e uma língua natural da comunidade surda, adquirida espontaneamente em contato com pessoas que usam essa língua. Temas pertinentes a essa nova metodologia intensifica a consistência de mecanismos informativos tanto para a formação inicial quanto a formação continuada, para que o professor tenha condições efetivas de desempenhar suas funções e que, essas precisam ser alicerçadas numa pratica investigativa em que o professor se torna pesquisador de sua própria ação.
A formação do professor se constitui numa das prioridades a ser assumida por um coletivo, criando condições reais para que o professor possa estar em constante processo de atualização. Nóvoa (1999); Abraham (2000); Archangelo, (2004). Skiliar, Carlos, 1945. Aponta esse novo educador com um perfil lingüístico bilíngüe, que deverá possuir habilidades e competências para aquisição da língua natural da comunidade surda, que esse profissional seja flexível quanto a estrutura lingüística e conceitual para atender a pragmática educacional, observando estruturas e reflexões estabelecida por: Língua de sinais , leitura e escrita fala (opcional),tendo domínio na L.F. (língua fonte) e L.A. (língua alvo). Sendo esse o direito das crianças surdas e uma Língua oficial pára serem educada nela. Mas e quanto o papel do intérprete? Qual sua postura frente à sala de aula?
O ato de interpretar envolve muito mais que o cognitivo lingüístico diante de possíveis intenções comunicativas especificas. O intérprete precisa estar completamente envolvido com estratégias, influenciando o objeto e o produto da interpretação fazendo escolhas quando necessário utilizando: Língua Fonte - Conhecimentos Técnicos - Escolhas apropriadas para interpretar. Segundo Roberts (1982), esse profissional deverá possuir pelo menos 6 (seis) habilidades específicas para desempenhar seu papel:
I. Competência lingüística, habilidade de entender o objetivo e expressar com influência..
II. Conhecer ambas as línguas ás transferindo sem distorcer a idéia em contexto, opinar e dar forma apropriada com competências metodológicas diante das circunstâncias.
III. Competências na área e conhecer o conteúdo na área.
IV. Competências biocultural, ou seja, competência bilíngüe, técnicas, postura, ênfase nos significados e não nas palavras.
V. Conhecimento do contexto e da cultura surda
VI. Ser inserido na comunidade surda.
O Eufemismo em que era tratado o aluno surdo considerado “aluno especial”, deu lugar a dicotomia de se existir 2 (dois) grupos: Os normais e os especiais e a condição de existir 2 (dois) profissionais na área da educação, o professor da sala regular e o professor especializado. Bueno, 1999, relata que á 2 (dois) tipos de formação docente, a aprendizagem de conhecimentos diversificados e o professor especialista que atua em diferentes áreas especiais, e que esses profissionais devem trabalhar como apoio e ter atendimento direto com o aluno. Sendo que a educação inclusiva é um processo contínuo pela escola regular, devendo esta ser adaptada a sua clientela e a cultura de sua comunidade, sendo esta participativa, e que o aluno com prioridades diferentes do regular possa usufruir plenamente do processo escolar . Aiskol (2004), aponta que para se ter uma inclusão de sucesso a escola precisa-se possuir três elementos básicos para garantir sociabilidade de seus alunos.

• Participação de sua comunidade.

• Oferecer condições necessárias.

• Acessibilidade pedagógica e comunicação.

Os PCNS em 1998, já consideravam inevitável um sistema renovável e modernizado. Os Projetos Políticos Pedagógicos, currículos, estratégias, ensino e ações já previam e procuravam adequar e atender os alunos. A inclusão para tanto é fundamental para respeito e igualdade de oportunidade fazendo uma ruptura da exclusão para o movimento da inclusão social, garantindo o acesso continuo, respeitando as diversidades e o desenvolvimento do aluno incluso, sendo todas partes de um sistema regular, mas, com modos diferentes. Hoje ao entrar em uma sala de aula a primeira observação deve ser qual é o tipo da minha clientela? A minha segunda observação, qual a necessidade e qual a pré-disposição que eu tenho para realizar o meu trabalho, e a terceira é a inevitável “como vou realizar de forma consistente, concreta e que faça a diferença, em minha prática pedagógica”. Pensando dessa forma poderia responder que literalmente a profissão interprete e sua trajetória se resume em poucas palavras “ aprender a aprender a recomeçar sempre que for necessário.
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Discutindo e refletindo sobre: PROFISSÃO INTÉRPRETE DE LIBRAS: O INTERLOCUTOR E SUA TRAJETÓRIA. publicado Ontem por vanda goes em http://www.webartigos.com
vanda goes
professora pesquisadora que atua na area de aquisição linguistca e letramento , estudos e estruturas de linguas maternas dos grupos existentes em nosso país
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A GRANDE HELEN KELLLER

Helen Keller


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Helen Keller
Keller em 1904
Nascido 27 jun 1880

Tuscumbia Alabama , EUA
Morreu 01 de junho de 1968 (87 anos)
Arcan Ridge, Easton Connecticut , EUA
Assinatura : Helen Adams Keller (27 de junho de 1880 - 01 de junho de 1968) foi um escritor americano, ativista político e conferencista . Ela foi a primeira surdocega pessoa a ganhar um Bachelor of Arts grau. [1] [2] A história de como o professor Keller, Anne Sullivan , rompeu o isolamento imposto por uma completa falta perto da linguagem, permitindo que a menina flor como ela aprendeu a se comunicar, se tornou amplamente conhecido através da representações dramáticas da peça e do filme O Milagre . Um autor prolífico, Keller foi bem viajada, e foi sincero em sua oposição à guerra . Um membro do Partido Socialista da América e do Wobblies , ela fez campanha para o sufrágio das mulheres , direitos dos trabalhadores e do socialismo , assim como muitos outros esquerdistas causas.
A primeira infância e doenças
Keller, com Anne Sullivan férias em Cape Cod , em julho 1888
Helen Adams Keller, nasceu em 27 de junho de 1880, em Tuscumbia, Alabama. Sua família vivia em uma fazenda, Ivy Green , [3] que o avô de Helena tinha construído nas décadas anteriores. [4] é o pai de Helen, Arthur H. Keller, [5], passou muitos anos como um editor para o Norte Tuscumbia Alabamian e serviu como um capitão do Exército Confederado . [4], avó paterna de Helen era o primo em segundo grau de Robert E. Lee . [6] A mãe de Helen, Kate Adams, [7] era a filha de Charles Adams. [8] Embora originalmente de Massachusetts, Charles Adams também lutaram para o exército Confederado durante a Guerra Civil Americana, ganhando o posto de brigadeiro-general. [6] pai da linhagem Helen pode ser atribuída a Casper Keller, um nativo da Suíça. [6] [9] Coincidentemente, um dos suíços antepassados, Helen foi o primeiro professor de surdos, em Zurique. [6] Helen reflete sobre essa coincidência em sua primeira autobiografia , afirmando que "não há rei que não teve um escravo entre seus ancestrais, e não escravo que não teve um rei entre os seus.Helen Keller não nasceu cego e surdo, mas não foi até que ela foi de 19 meses de idade que ela contraiu uma enfermidade descrita pelos médicos como "um forte congestionamento do estômago e do cérebro", que poderia ter sido a escarlatina ou meningite . A doença não durou um tempo muito longo, mas ele a deixou cega e surda. Naquela época, ela era capaz de se comunicar tanto com Martha Washington,a-year-old filha de seis a cozinheira da família, que compreendeu a sua sinalização; por sete anos de idade, ela tinha mais de 60 sinais casa para se comunicar com ela da família.
Em 1886, sua mãe, inspirado por uma conta de Charles Dickens ' American Notes da educação bem-sucedida de um outro e cego criança surda, Laura Bridgman , expedidos jovem Helen, acompanhada por seu pai, para buscar o Dr. Julian J. Chisolm, uma olhos, ouvidos, nariz e garganta especialista em Baltimore , para o conselho. Ele posteriormente colocá-los em contato com Alexander Graham Bell , que estava trabalhando com crianças surdas na época. Bell aconselhou o casal a manter contato com o Instituto Perkins para Cegos , a escola onde Bridgman tinha sido educado, que ficava em South Boston . Michael Anaganos, o diretor da escola, pediu ao ex-estudante de Anne Sullivan , ela mesma deficiente visual e apenas 20 anos, tornar-se instrutor de Keller. Era o início de um ano ao longo da relação de 49 anos, Sullivan evoluindo para a governanta e eventual companheiro .
Anne Sullivan chegou à casa de Keller, em março de 1887, e imediatamente começou a ensinar Helen a comunicar a ortografia de palavras em sua mão, começando com "boneca" para a boneca que ela havia trazido Keller como um presente. Keller foi frustrado, em primeiro lugar, porque ela não entendia que cada objeto tinha uma palavra única que o identifica. Na verdade, quando Sullivan estava tentando ensinar Keller a palavra para "mug", Keller ficou tão frustrado que ela quebrou a boneca. [12] grande avanço Keller na comunicação veio no mês seguinte, quando percebeu que os movimentos a professora estava fazendo na a palma de sua mão, enquanto a água corrente fria sobre ela outro lado, simbolizava a idéia da "água", ela então quase esgotados Sullivan exigindo os nomes de todos os outros objetos em seu mundo familiar.
Devido a um olho saliente esquerda, Keller foi geralmente fotografadas de perfil. Ambos os olhos dela foram substituídas na idade adulta, com réplicas de vidro por "razões médicas e cosméticas." [13]
A educação formal
A partir de maio de 1888, Keller participou do Instituto Perkins para Cegos . Em 1894, Helen Keller e Anne Sullivan se mudou para New York para participar da Escola Wright-Humason para Surdos , e aprender com Sarah Fuller em Horace Mann School for the Deaf . Em 1896, eles voltaram para Massachusetts e entrou Keller A Escola de Cambridge para Moças antes de ganhar o ingresso, em 1900 a Radcliffe College , onde viveu em Briggs Hall, South Casa . Seu admirador, Mark Twain , teve a introduziu a Standard Oil o magnata Henry Huttleston Rogers , que, com sua esposa, paga seus estudos. Em 1904, com 24 anos de idade, Keller formou Radcliffe, tornando-se a pessoa surda primeiro cego a ganhar um grau de Bachelor of Arts. Ela manteve uma correspondência com o filósofo e pedagogo austríaco Wilhelm Jerusalém , que foi um dos primeiros a descobrir seu talento literário. [14]
Companheiros
Anne Sullivan permaneceu como um companheiro de Helen Keller muito tempo depois que ela lhe ensinou. Anne se casou com John Macy em 1905, e sua saúde começou a falhar por volta de 1914. Polly Thompson foi contratado para cuidar da casa. Ela era uma jovem da Escócia, que não têm experiência com pessoas surdas ou cegas. Ela evoluiu para trabalhar como secretária, bem como, e finalmente se tornou um companheiro constante para Keller. [15]
Keller mudou-se para Forest Hills, Queens , juntamente com Ana e João, e usou a casa como uma base para seus esforços em nome da Fundação Americana para os Cegos. [16]
Depois de Anne morreu em 1936, Keller e Thompson se mudou para Connecticut . Eles viajaram em todo o mundo e levantou fundos para os cegos. Thompson teve um derrame em 1957 a partir do qual ela nunca recuperou totalmente, e morreu em 1960. [1]
Winnie Corbally, uma enfermeira que foi originalmente contratado para cuidar de Polly Thompson, em 1957, permaneceu no depois da morte de Thompson e foi companheiro Keller para o resto de sua vida. [1]
As atividades políticas
Helen Keller sentada segurando uma magnólia flor, circa 1920.

"Os poucos próprio muitos porque eles possuem os meios de subsistência de todos ... O país é governado para os mais ricos, para as corporações, os banqueiros, os especuladores de terra, e para os exploradores do trabalho. A maioria da humanidade está trabalhando pessoas Enquanto suas reivindicações justas. - à propriedade e ao controle de seus meios de subsistência - são em nada, podemos ter direitos nem homens, nem os direitos das mulheres A maioria da humanidade é atormentado pela opressão industriais, a fim de que o pequeno remanescente pode viver. na facilidade. "
- Helen Keller, 1911 Keller passou a se tornar um orador famoso e autor. Ela é lembrado como um defensor para pessoas com deficiência , em meio a inúmeras outras causas. Ela era uma sufragista , um pacifista , um adversário de Woodrow Wilson , um radical socialista e apoiante de controle de natalidade . Em 1915, ela e George Kessler fundou a Helen Keller International HKI) organização (. Esta organização é dedicada à investigação em saúde, visão e nutrição. Em 1920, ela ajudou a fundar a American Civil Liberties Union (ACLU). Keller e Sullivan viajou para mais de 39 países, fazendo várias viagens ao Japão e tornando-se um favorito do povo japonês . Keller reuniu todos os presidente dos EUA a partir de Grover Cleveland para Lyndon B. Johnson e foi amigo de muitas figuras famosas, incluindo Alexander Graham Bell , Charlie Chaplin e Mark Twain .
Keller foi um membro do Partido Socialista e activamente em campanhas e escreveu em apoio da classe trabalhadora 1909-1921. Ela apoiou a candidata socialista Partido Eugene V. Debs em cada uma das suas campanhas para a presidência.
Keller e seu amigo Mark Twain ambos foram considerados radicais no início do século 20, e, como conseqüência, suas opiniões políticas foram esquecidos ou encobertos na percepção popular. [18] colunistas de jornais e revistas, que elogiou a sua coragem e inteligência antes de ela expressa seus pontos de vista socialista já chamou a atenção para sua deficiência. O editor do Brooklyn Eagle escreveu que ela "erros brotou das limitações manifesto de seu desenvolvimento." Keller respondeu que o editor, referindo-se a tê-lo encontrado antes que ele sabia do seu ponto de vista político:
" Naquela época os elogios que ele me pagou foram tão generosos que eu blush se lembrar deles. Mas agora que eu saí para o socialismo e ele me lembra o público que eu sou cego e surdo e, especialmente, passíveis de erro. Devo ter encolhido na inteligência durante os anos desde que o conheci ... Oh, ridículo Brooklyn Eagle! Socialmente cegos e surdos, que defende um sistema de intolerável, um sistema que é a causa de grande parte da cegueira física e surdez que estamos tentando evitar. [19]
Keller se juntou a Industrial Workers of the World (conhecido como o IWW ou o Wobblies) em 1912, [18] dizendo que o socialismo parlamentar foi "afundar no pântano político". Ela escreveu para o IWW entre 1916 e 1918. Em Por que me tornei um IWW, [20] Keller explicou que sua motivação para o ativismo veio em parte de sua preocupação sobre a cegueira e outras deficiências:
" Fui nomeado em comissão para investigar as condições dos cegos. Pela primeira vez eu, que pensava a cegueira uma desgraça fora do controle humano, descobriu que muito do que foi feita com base em condições industriais errado, muitas vezes causada pelo egoísmo ea ganância dos patrões. E o mal social contribuiu com sua parte. Achei que a pobreza levou as mulheres a uma vida de vergonha, que terminou em cegueira. "
A última frase refere-se à prostituição e sífilis , a freqüente uma causa anterior deste último e principal causa de cegueira último.
Escritos
Keller escreveu um total de 12 livros publicados e vários artigos.
Uma de suas primeiras peças de escrever, aos 11 anos, foi The King Frost (1891). Houve alegações de que essa história tinha sido plagiado das fadas Frost por Margaret Canby. Uma investigação sobre o assunto revelou que Keller pode ter tido um caso de criptomnésia , o que foi que ela tinha a história de Canby ler para ela, mas esqueci o assunto, enquanto a memória permaneceu em seu subconsciente. [1]
Aos 22 anos, Keller publicou a sua autobiografia, The Story of My Life (1903), com a ajuda do marido e Sullivan Sullivan, John Macy. Ele inclui as palavras que escreveu Keller ea história de sua vida até a idade de 21 anos, e foi escrito durante seu tempo na faculdade.
Keller escreveu O mundo em que vivo em 1908, dando aos leitores uma visão sobre como se sentia sobre o mundo. [21] Out of the Dark, uma série de ensaios sobre o socialismo, foi publicado em 1913.
Sua espiritual autobiografia, My Religion , foi publicado em 1927 e, em seguida, em 1994, extensamente revisto e re-publicado com o título Luz na minha escuridão . Ele defende os ensinamentos de Emanuel Swedenborg , o cristão revelador e teólogo, que dá uma interpretação espiritual dos ensinamentos da Bíblia e que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo já aconteceu. Os adeptos usam vários nomes para descrevê-los, incluindo Segundo Advento cristão, Swedenborg e Igreja Nova.
cão de Akita
Quando Keller visitou Akita no Japão em julho de 1937, ela perguntou sobre Hachikō , o famoso Akita cão que morreu em 1935. Ela disse a um japonês que ela gostaria de ter um cão de Akita, um foi dada a ela dentro de um mês, com o nome de Kamikaze -go. Quando ele morreu de cinomose , seu irmão mais velho, Kenzan-go, foi apresentado a ela como um presente oficial do governo japonês em julho de 1938. Keller é creditado com ter introduzido o Akita para os Estados Unidos por estes dois cachorros.
Em 1939 um padrão da raça tinha sido criado e mostras de cão tinha sido realizado, mas tais atividades pararam depois da Segunda Guerra Mundial começou. Keller escreveu no Jornal Akita:
" Se alguma vez houve um anjo em pêlo, foi Kamikaze. Eu sei que nunca deve se sentir muito carinho o mesmo para qualquer outro animal de estimação. O cão Akita tem todas as qualidades que me atraem - ele é gentil, companheira e fiel. [22] [23]
"Mais tarde, a vida
Keller sofreu uma série de cursos em 1961 e passou os últimos anos de sua vida em sua casa.
Em 14 de setembro de 1964, o presidente Lyndon B. Johnson concedeu-lhe a Medalha Presidencial da Liberdade , um dos Unidos Estados mais as duas honrarias civis.  Em 1965, foi eleita para o Mulheres Salão Nacional de fama no Mundial de Nova York Feira .
Keller dedicou grande parte de sua vida mais tarde para levantar fundos para a Fundação Americana para os Cegos . Ela morreu enquanto dormia em 01 de junho de 1968, em sua casa, Arcan Ridge, localizado em Easton , Connecticut . O serviço foi realizado em sua homenagem na Catedral Nacional em Washington, DC , e suas cinzas foram ali colocados ao lado de seus companheiros constantes, Anne Sullivan e Polly Thompson.
Retratos
vida Keller foi interpretada muitas vezes. Ela apareceu em um filme mudo , Deliverance (1919), que contou sua história num alegórico, estilo melodramático. 
Ela também foi tema de documentários Helen Keller in Her Story , narrado por Katharine Cornell , e a história de Helen Keller, parte da série norte-americanos famosos produzidos pela Hearst Entertainment .
O Milagre é um ciclo de obras dramáticas, em última análise deriva da sua autobiografia, The Story of My Life . Os dramas diversos de cada descrever a relação entre Keller e Sullivan, que descreve como o professor levou de um estado de quase selvagem selvagens na educação, ativismo e celebridade intelectual. O título comum de ecos ciclo de Mark Twain A descrição "de Sullivan como um" milagreiro ". Sua primeira realização foi de 1957 Playhouse 90 teleplay desse título por William Gibson . Ele adaptou-o para uma produção da Broadway em 1959 e um vencedor do Oscar no cinema em 1962 , estrelado por Anne Bancroft e Patty Duke . Ele foi refeito para a televisão em 1979 e 2000.
Em 1984, Keller história de vida de Helen foi feito em um filme para TV chamado O Milagre Continua . [26] Este filme, que implicou a semi-sequela de The Miracle Worker "conta a faculdade ano ela e sua vida adulta. Nenhum dos filmes anteriores dica no ativismo social que se tornaria a marca registrada da tarde da vida Keller, apesar de The Walt Disney Company versão produzida em 2000, estabelece nos créditos que se tornou um ativista de igualdade social .
A Bollywood filme Black (2005) foi amplamente baseada em história de Keller, desde a sua infância à sua graduação. Um documentário chamado Shining Soul: Helen Keller Espiritual vida eo legado foi produzido pela Fundação Swedenborg, no mesmo ano. O filme enfoca o papel desempenhado por Emanuel Swedenborg s 'teologia espiritual em sua vida e como ela é inspirada triunfo Keller sobre sua deficiência triplo da cegueira, surdez e um impedimento de fala grave.
Em 6 de março de 2008, a New England Historic Genealogical Society anunciou que um membro da equipe tinha descoberto uma fotografia mostrando rara 1888 Helen e Anne, que, embora publicado anteriormente, havia escapado da atenção generalizada.Representando Helen segurando uma de suas bonecas muitos , acredita-se que a primeira fotografia sobrevivente de Anne.

homenagens póstumas
Helen Keller, conforme ilustrado no quarto do estado do Alabama
Em 1999, Keller foi listada em Gallup's Most Popular amplamente admiradas do século 20 .
Em 2003, Alabama honrou sua filha nativo em sua trimestre estado .
A Helen Keller Hospital, em Sheffield, Alabama é dedicado a ela.
Há ruas com nomes de Helen Keller, em Getafe , Espanha e Lod , Israel .
A pré-escola para surdos e deficientes auditivos em Mysore, na Índia, era originalmente o nome de HelenKeller por seu fundador KK Srinivasan .
Em 07 de outubro de 2009, uma estátua de bronze de Helen Keller foi adicionado ao National Statuary Hall coleção , como um substituto para o Estado da estátua do ex-Alabama de 1908 Jabez Curry Lamar Monroe . É exibido no Capitólio dos Estados Unidos Visitor Center e retrata Keller como um período de sete anos de idade da criança em pé em uma bomba de água . A estátua representa o momento seminal na vida Keller quando ela compreendeu a sua primeira palavra: ÁGUA, assinado na mão da professora Anne Sullivan. O pedestal tem uma cotação em relevo e os caracteres em Braille: "O melhor mais belas coisas e do mundo pode não ser vistas nem tocadas, elas devem ser sentidas com o coração. O"] A estátua é a primeira de uma pessoa com deficiência e de uma criança para ser exibida permanentemente no Capitólio dos EUA .
Veja também
• Serviços de Helen Keller para Cegos
Referências
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3. ^ Visita virtual ao Ivy Green , local de nascimento de Helen Keller
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jogo de domino em libras












Desempenho da Inclusão e sua Variante Frente Inclusão Metodológicas na Educação Básica.
Por Vanda aparecida de Goes

Frente aos desafios ocorridos com a inclusão farei um breve levantamento sobre a linha de tempo cronológica e a trajetória da historia da comunidade surda.
Antes do Congresso, na Europa, durante o século XVIII, surgiam duas tendências distintas na educação dos surdos: o gestualismo (ou método Frances) e o oralismo (ou método alemão). A grande maioria dos surdos defendia o gestualismo enquanto que apenas os ouvintes apoiavam o oralismo. Em 1872, no Congresso de Veneza, decidiu-se o seguinte:
• O meio humano para a comunicação do pensamento e a língua oral;
• Se orientados, os surdos lêem os lábios e falam;
• A língua oral tem vantagens para o desenvolvimento do intelecto, da moral e da lingüística. O Congresso de Milão, em 1880, foi um momento obscuro na Historia dos surdos, sendo que um grupo de ouvintes, tomou a decisão de excluir a língua gestual do ensino de surdos, substituindo-a pelo oralismo ( o comitê do congresso era unicamente constituído por ouvintes). Em conseqüência disso, o oralismo foi à técnica preferida na educação dos surdos durante fins do século XIX e grande parte do século XX.
Em plena Segunda Guerra Mundial , em 1920, antes da chegada dos nazistas ao poder, surgiu nos EUA na Alemanha um movimento da comunidade médica, com apoio das sociedades em questão, em prol da esterilização de doentes mentais e psicopatas criminosos incluindo os surdos. Em 1933, mais tarde na Alemanha passou da esterilização para a eutanásia, tanto por razoes econômicas, como por razoes ideológicas. Em 1941, era comum o uso de eutanásia nos hospitais, onde eram mortos bebês com deficiência, incluindo surdos.O fracasso do oralismo e da comunicação total atingiu os segmentos educacionais abrindo novas perspectivas, nas pesquisas elaboradas, na década de 1970 (PEDROSO, 2001, p. 4).No processo de busca de ações que respondam as necessidades educacionais da sociedade atual,ocorre a Declaração de Salamanca, (1996), que estabelece normas na perspectiva da educação inclusiva e defende o compromisso de a escola educar cada estudante, independente de sua origem social. A Língua Brasileira de Sinais foi oficializada no Brasil no ano de 2002 pela Lei n.10.436, de 24 de abril, (BRASIL, 2002) que dispõe sobre a obrigatoriedade do seu reconhecimento como língua da comunidade dos surdos conforme o Art. 1o e seu parágrafo único. De um modo geral, reconhece o bilingüismo como o caminho educacional para nortear a educação dos surdos nos pais. O processo de regulamentar e adequar o sistema de ensino da educação brasileira foi luta junta a frente parlamentar pelos colegiados, período que iniciou na Constituinte 1934 com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) onde foi citada pela primeira vez, em 1961 que observava a importância de um ensino com qualidade e igualdade, que vigorou ate a promulgação da mais recente em 1996. Nessa perspectiva, verifica-se que a orientação educacional no Brasil, ao originar-se ligada a questão do trabalho docente, conforme referiu Garcia (2002), educador distanciou-se de uma questão maior, a do sujeito histórico. Por conseguinte, a aplicação da lei definiu o fazer do orientador educacional, demarcando o seu espaço e os avanços nesse percurso, encontram-se inúmeros eventos de orientação Educacional realizado no Brasil com o propósito de discutir acerca do papel do orientador educacional, evidentemente, insere-se nesse contexto a preocupação deste especialista em definir e redefinir o seu papel ante os desafios da contemporaneidade.
Para entendermos mais a problemática que envolve esse especialista de educação, convêm observar a ação docente e a importância da inclusão da disciplina de LIBRAS, nos cursos de licenciatura. Como observa Carvalho, (2009), a difusão da atual retórica sobre as necessidades pedagógicas de uma educação de qualidade, que defende a obtenção de competências e habilidades para uma sociedade de consumo, vem esgarçando o ideal de formar profissionais educadores, voltados para difundir e cultivar princípios éticos ligados a virtude publicas. Em pleno séc. XXI, o sistema curricular voltado para formação de professores conforme nos alerta Anísio Teixeira (São Paulo, 1976), esta na contra mão do que anseia nossos ideais acadêmicos, a uma dicotomia entre as políticas publicas e as necessidades do cotidiano acadêmico. Essa discussão torna-se importante na medida em que se assume uma concepção de linguagem prevista pelo Decreto Federal nos 5.626 e que se faz presente em grande parte dos cursos de licenciatura e formação de professores desenvolvidos em nossos pais. Lacerda, Bernardino, 2009, acrescenta a necessidade de que, nossos níveis de ensino, processos informativos, venham a ser implantados para que se possa haver profissionais formados em cursos superiores e que estes tenham como objetivos garantir, se não a especialização profissional ao menos uma formação que possa discutir as diversidades desse espaço social, a fim que os processos descritos anteriores possam a vir se tornar uma realidade. Para tanto, se faz necessário que as atividades pedagógicas se embacem nas vertentes lingüísticas de nosso código de linguagem. Que todos possuam acesso em sua integra a língua de sinais para que não se perca a naturalidade e que ela deve ser inserida garantindo a evolução que vai permitir toda a aprendizagem futura, tornando-se uma ferramenta importante para lidar com a comunidade surda, suprindo questões relacionadas ao contexto escolar.O foco na formação de professores que atuam ou irão ingressar no magistério , possibilita que tenhamos um olhar reflexivo sobre os tipos e funções de mecanismos que podem auxiliar o professor na qualificação e aprimoramento de seu fazer pedagógico. Estudiosos da trajetória da educação em nosso país colocam em xeque a formação inicial dos professores, aonde se tem uma dicotomia entre os saberes e fazeres das ações docentes, questionando se a ação educativa e eficaz em uma sociedade em constante transformação, independentemente e após cumprir a carga horária de metodologia e capaz de por em pratica sua didática com conteúdos pertinentes a sua atuação na área de inclusão. Quadros, (1997). Salienta a importância da busca e da garantia de se ter uma língua própria de sua cultura, pois, a língua de sinais e uma língua natural da comunidade surda, adquirida espontaneamente em contato com pessoas que usam essa língua. Temas pertinentes a essa nova metodologia intensifica a consistência de mecanismos informativos tanto para a formação inicial quanto a formação continuada, para que o professor tenha condições efetivas de desempenhar suas funções e que, essas precisam ser alicerçadas numa pratica investigativa em que o professor se torna pesquisador de sua própria ação. A formação do professor precisa se constitui numa das prioridades a ser assumida pelo pode publico, criando condições reais para que o professor possa estar em constante processo de atualização. Novoa (1999); Abraham (2000); Archangelo, (2004). A conscientização nesse sentido e um teste da realidade, Quanto maior a conscientização, mais se descê-la a realidade, mais se penetra na essência fenomênica do objeto ante o qual encontramos para analisá-lo. Dessa forma entendemos que não possamos estar diante de uma situação assumindo uma posição falsamente intelectual. Freire, Paulo, (1974). Infelizmente os surdos de gerações anteriores as dos bebes de hoje não brincaram e não brigaram em suas línguas, sendo que muitos deles nem mesmo conheceram bebês surdos; dessa forma, o papel de um professor que saiba das trocas que podem ocorrer nas diferentes relações e condicional, pois e função dele reconhecer o surdo como parceiro, reconhecer seus saberes, assim como fornecer vivencias que não foram possíveis na sua infância. Kyle (1999). Mais do que a aquisição de língua e da linguagem do aluno surdo, podemos oferecer um lugar de acolhimento para duvidas, angustias, dessa forma a promoção de formação de profissionais para trabalharem tendo ação , reflexão e possibilidades . A presença do professor bilíngüe na escola se converte na melhor garantia de uma eficiente educação. ‘Obrigar um grupo a utilizar uma língua diferente da própria, mas que assegura a unidade nacional contribui para que estes grupos vitimas de uma proibição, se segreguem cada vez mais da vida nacional’. (UNESCO, 1954 apud SKLIAR, 1997, p. 145).
[...] ”Necessitamos construir um sistema educativo que supere a clássica contraposição entre razão e emoção, cognição e afetividade, e que rompa com a concepção – por nós tão conhecida, que atribui ao desenvolvimento do intelecto, dos aspectos cognitivos e racionais, um lugar de destaque na educação, relegando aos aspectos emocionais e afetivos de nossa vida a um segundo plano. Assim é que a educação tradicional e os currículos escolares, ao trabalharem de maneira puramente cognitiva a matemática, a língua, as ciências, a historia, etc., acabam por priorizar apenas um desses aspectos constituintes do psiquismo humano, em detrimento do outro, ou dos outros’. (ARANTES, 2003)”.

BIBLIOGRAFIA:

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ARANTES, Valéria Amorim. Afetividade na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus Editorial, 2003.
ARCHANGELO, Ana. O Amor e o ódio na vida do professor. São Paulo: Cortes,
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CARVALHO, Rosita Edler. Removendo Barreiras para a Aprendizagem. Porto Alegre: Editora Mediação, 2000.
FREIRE, PAULO, Conscientização. Bueno Aires: Ed. Busqueda, 1974.
GARCIA, Maria M. A docência no discurso das pedagogias críticas. In: Hypólito,
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LACERDA, C. B.F.de GÓES. M. C. R. de (Orgs).Surdez: Processos Educativos e
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NÓVOA, António. O Passado e o Presente dos Professores. Portugal: porto
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PEDROSO
QUADROS, R . Estudos Surdos. Ll série pesquisas. Ed. Arara Azul, 2008.
SKILIAR, CARLOS. A surdez:Um Olhar Sobre as Diferenças:Porto alegre: editora: Meditação. 1998.
TEXEIRA, A. Educação no Brasil. São Paulo Editora Nacional, 1976.

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Desempenho da Inclusão e sua Variante Frente Inclusão Metodológicas na Educação Básica. publicado 20/01/2011 por vanda goes em http://www.webartigos.com



vanda goes



professora pesquisadora que atua na area de aquisição linguistca e letramento , estudos e estruturas de linguas maternas dos grupos existentes em nosso país
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