Paráfrase: Desenvolvimento psicológico e educação: Transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais: César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palácios.
15:09por: Vanda aparecida de Góes
Introdução:
Ao longo do séc. XX houve uma crescente preocupação de ter uma escola integradora que fosse comprometida com a formação e o desenvolvimento das crianças com dificuldades educacionais. Esse novo modelo teórico fundado nos direitos de todo os alunos terem educação no ensino público regular, descentralizou a responsabilidade das escolas especial com uma reforma educativa onde a escola pública assumiria o papel de tutora e medidora de aprendizagem desses alunos. A proposta baseada em e embasada em leis Institucionais, procurou fazer uma reforma que se atende às necessidades crescentes, discentes e docentes de acordo com a sua nova realidade, sendo que estas progrediriam no sentido de escolas inclusivas e educativas no âmbito educacional.
Ao longo do séc. XX houve uma crescente preocupação de ter uma escola integradora que fosse comprometida com a formação e o desenvolvimento das crianças com dificuldades educacionais. Esse novo modelo teórico fundado nos direitos de todo os alunos terem educação no ensino público regular, descentralizou a responsabilidade das escolas especial com uma reforma educativa onde a escola pública assumiria o papel de tutora e medidora de aprendizagem desses alunos. A proposta baseada em e embasada em leis Institucionais, procurou fazer uma reforma que se atende às necessidades crescentes, discentes e docentes de acordo com a sua nova realidade, sendo que estas progrediriam no sentido de escolas inclusivas e educativas no âmbito educacional.
Cap.9: O DESENVOLVIMENTO E A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA SURDA.
ÁLVARO MARCHESI
O desenvolvimento cognitivo e a estrutura dos processos lingüísticos e da aquisição da comunicação do sujeito surdo,fez com que muitos professores, sociólogos, antropólogos tivesse interesse e começassem a pesquisar os processos que levaria a pessoa surda a ter uma forma própria de comunicação .Havia também uma cobrança da comunidade surda sobre seu papel na sociedade. Para ter uma idéia panorâmica dos diferentes tipos de perca auditiva se faz necessário um breve esquema de alguns aspectos médicos da surdez localizado com a lesão auditiva, em segundo lugar descreve e analisa-se o desenvolvimento das crianças surdas em três dimensões principais: cognitiva, comunicativa e social. Em terceiro lugar enfoca-se a avaliação da pessoa surda tanto em seus graus de deficiência quanto em suas capacidades de adquiri competências. A pessoa com perca auditiva constitui um grupo bastante heterogêneo, diferenciando a pessoa de acordo com sua perca auditiva que pode ser leve, moderada, hipoacústicas. Observa-se a prontidão da criança na aquisição da comunicação diferenciando se esta pertence à família de pais surdos ou não
Os tipos de surdez foi estudado a partir da classificação médica de onde se localiza a perca auditiva, destacando três tipos diferentes: surdez condutiva ou de transmissão, a surdez neurossensorial e a surdez mista.A surdez condutiva ou de transmissão a zona lesada situa-se no ouvido médio o que impede ou dificulta a transmissão sonora ate o ouvido interno. As surdezes condutivas não são graves nem duradouras e há disponibilidade de tratamento médico ou de cirurgia. A surdez neurossensorial ou de percepção situa-se nom ouvido interno ou na via auditiva do cérebro, sua origem pode ser genética, adquirida neonatal e pós-neonatal, esse tipo de surdez não afeta só a quantidade de audição, mas a qualidade, a surdez neurossensorial costuma ser permanente, e até o pouco tempo nada se podia fazer, atualmente tem se desenvolvido o implante coclear. A Surdez mista conforme o próprio nome diz, é uma mistura de lesões no ouvido interno e no canal auditivo, ainda podendo leões ósseos e condutivos, levando a surdez total e permanente.Etilogiamente as causas da surdez e sua forma de ser conduzida implicam em muitos fatores atitudionais e intrínsecos que estão relacionados com a formação da criança. Uma criança que tenha mais ofertas de comunicação visual e estímulos desde a primeira infância terá desenvolvimento intelectual mais elevado que outros que não forem ofertados estímulos. A porcentagem de surdezes hereditárias situa-se em torno de 30 a 50%, mas não é fácil de diagnosticar, estas quando são diagnosticadas percebe-se que estão associadas a outras complicações como são os casos de problemas contraídos por doenças durante a gravidez (rubéola, meningite, toxoplasmose, etc.).As surdezes contraídas geneticamente de pais surdos situa-se em uma porcentagem de 10% estas crianças possuem nível intelectual mais elevados que outros surdos com outro tipo de etiologia.A perda auditiva é avaliada por sua intensidade em cada ouvido, sendo utilizado um escala aritmética sendo medida a intensidade do som por decibéis. Sendo:
20dB o individuo fala em cochicho,
40dB..... Fala suave,
60dB.....Conversa normal,
80dB.....Há um trânsito ruidoso,
100dB..... Escavadeira
120dB.....Reator.
A freqüência refere-se á velocidade medida sa fala do individuo, é medida em Hertz (HZ), para se ter uma boa compreensão da fala do individuo é necessário estar entre 500 e 2000 Hertz. Na educação é necessário e fazer um estudo mais aprofundado sobre os surdos os classificando em hipoacústicos, que tem dificuldades de perceber som, mas que sua lesão não interfere na aquisição da linguagem oral, utilizando uma prótese auditiva, e os surdos profundos que não possuindo aquisição da linguagem oral precisando de elementos visuais, tornando essa forma seu principal meio de comunicação.
A idade da criança que tem perca auditiva tem uma grande repercussão em seu desenvolvimento diferenciando em dois tempos, surdez pré-locutiva e surdez pós-locutivas. A pesquisa clássica de Conrad (1979) sobre os surdos confirmou sobre a importância do antes e depois dos três anos de idade, classificando os alunos com perda auditiva em três grupos :
1. Congênita.
2. Do nascimento aos 3 anos.
3. Depois dos 3 anos.
Estudos apontaram que crianças que perderam a audição depois dos três anos conseguiam chegar a uma maior competência lingüística, através e enriquecimentos de linguagem e estímulos apropriado por ser uma estrutura frágil. E que crianças que eram pré-locutivas tinham que aprender uma nova língua usando linguagem espaço visual para ter uma comunicação.
È de suma importância que após ser identificada a perda auditiva seja dispensado a essa criança todo suporte possível ao seu desenvolvimento social e cognitivo e que o seu ambiente familiar faça toda uma diferença fornecendo pré-requisitos para se adquirir uma linguagem com estruturas semântica, morfológica e pragmática que possa atender as suas necessidades inserindo-os na sociedade. Pais que tratam os filhos surdos como se esses fossem ouvintes acabam por impedi-los de serem independentes sendo esses forçados a seguirem modelo padrão dos ouvintes, condenados ao ilhamento e a exclusão dentro de sua própria família e comunidade. Filhos surdos de pais surdos adquirem naturalmente a língua de sinais, passando pelos mesmos processos de aquisição lingüística de uma criança ouvinte.
A comunicação pré-verbal e sua influência faz com que input lingüístico seja o mesmo falada com sua família, apenas 10% de crianças surdas são filhas de pais surdos sendo que estes utilizam a língua de sinal oferecendo a criança surda uma ponte de comunicação. Os restantes 90% são crianças surdas filhos de pais ouvintes, que antes do nascimento da criança nada sabia sobre comunicação de sinal. Alguns pais ao nascimento do bebê surdo procura aprendizagem de sinal para se ter uma comunicação visual com a criança, mas , em sua maioria não buscam língua de sinal como alternativa para comunicação, fazendo com que a criança não seja estimulada e perdendo o intercâmbio entre o adulto e o bebê mediante expressões primitivas que pelo quais pais e filhos regulam mutuamente seu comportamento. È importante destacar que as diferenças entre crianças surda e crianças ouvintes começam a se revelar desde os primeiros meses. Os choros, arrolhos, balbucio e os arrulhos dos primeiros quatro meses são iguais e qualquer em uns e outros, mas essas expressões vocais começam a diminuir nas crianças surdas ou com a perda auditiva grave, mas essas expressões vocais começam a diminuir nas crianças surdas a partir dos 4 a 6 meses. A falta de feedback auditivo de suas próprias vocalizações contribui decisivamente para tal desaparecimento.
Gregory e Mogford (1981) analisaram três aspectos relevantes de comunicação entre mãe e filho durante o primeiro ano, a alternância, a reverência conjunta, e os jogos de antecipação. A alternância é o papel que cada um dos interlocutores deve ocupar quando um toma a iniciativa o outro espera o seu turno para intervir, quando a criança é surda , mãe e criança vocalizam juntas com muito mais freqüência do que a criança ouvinte . A referência conjunta é um indicador das atividades que a mãe e a criança realizam com a atenção voltada a mesma coisa sendo essas expressões convertem-se posteriormente em instrumentos para regular a tenção da criança. A criança surda não estabelece uma relação do rosto da mãe com sons e comunicação e as vocalizações em direção aos objetos , por isso a criança surda diminui a busca do rosto da mãe e esta não pode utilizar as vocalizações para regular a atenção da criança. O jogo de antecipação permite que a criança realize as ações previstas e as alterne com a mãe embora seja possível utilizar sinal táteis ou manuais com a criança surda , o que se constata é que a mãe diminuem a busca desses jogos. Enormes dificuldades entre a mãe e a crianças surda também podem decorrer da atenção dividida, como assinala Woods e colaboradores (1986), a criança surda não consegue o mesmo tempo prestar atenção ao rosto da mãe e a fala direcionada a objetos, assim como as crianças ouvintes que o fazem simultaneamente, sendo que a mãe sem obter respostas acaba se desestimulando levando a diminuição desses jogos de alternância.
Estudos destacam essas dificuldades, embora suas conclusões nem sempre sejam coincidentes visto que ainda é uma nova ciência nos parâmetros de códigos e letras e ainda se tem um grande percurso a percorrer até se ter uma base consolidada e que atenda a demanda inclusiva. Gregory e Mogford (1981), comprovaram que crianças surdas não chegam a dez palavras até depois dos 2 anos de idade, o que supõe atraso de quase um ano em comparação com crianças ouvintes . Segundo Goldin-Meadow e Felman (1975),essas crianças quando não oferecida língua de sinal e sendo exposta apenas a linguagem oral acabam por adquirindo expressões progressivas de gestos simbólicos É possível desenvolver uma psicologia própria das pessoas surdas,o caráter diferencial procede das limitações dos surdos para ter acesso a informação o que faz que sua informações se centrem em suas experiências internas devido a limitação do acesso a linguagem . Essa posição diferenciadora foi discutida a partir da teoria de Jean Piaget. Sua formulação de que a linguagem e comunicação não assume e um papel determinante na estrutura do pensamento fundamentou um amplo conjunto d e pesquisas.. Dessa forma entende-se que os surdos não são privados de uma linguagem, mas,que utilizam uma linguagem própria, sendo, gestos icônicos , bimodal ou bilíngüe.
O jogo simbólico estudado por Marshesi nos da uma dimensão sobre os processos do jogo nas crianças surdas profundas passando por ritmos diferentes e evoluções. As dimensões estudadas foram as seguintes:
1. Descentralização: A criança vai progressivamente sendo capaz de assumir ponto de vista dos outros.
2. Identidade: A criança é capaz de atribuir papel próprios aos bonecos e realizar ações designadas.
3. Substituição: A criança é capaz de utilizar objetos com uma função ordenada e distinta.
4. Integração de ações:A criança organiza suas ações e seqüência.
5. Planejamento: A criança realiza planejamento prévio do jogo.
As fases em que ocorre o desenvolvimento da criança surda é igual ao da criança ouvinte, a diferença notada em criança surda com mais atraso na aquisição da comunicação é a falta de subsídios para formação de pensamentos complexos e abstratos( Ceci ,!990), sendo que segundo a linha de pensamento de Jean Piaget é imprescindível a interação com seu meio social e cultural , dessa forma nota-se O pensamento lógico-concreto hipotético- dedutivo em qualquer criança independentemente de ter dificuldades de aprendizagem precisa set trabalhado espontaneamente ou sistematicamente . Para se ter ainda um diagnóstico que atenda a necessidade educacional e social é preciso submeter essa a criança surda em baterias de exames para se ter se não noções exatas pelo menos noções aproximadas da sua perda auditiva , sendo para isso feito:prova dos potenciais auditivos (medidos por eletrodos) potenciais de latências curto ou de tronco cerebral que permitem o diagnóstico auditivo em tons médios e agudos(1.000 a 4000 Hz), audiometria tonal , um aparelho que emite sons com diferentes freqüências e intensidades,avaliação psicopedagógica que informa possível característica do ambiente familiar , condições educativas tendo como visão; criança , família, escola. O próprio contexto familiar, as capacidades habilidades e competências da criança em questão.
O contexto escolar e a forma em que essa criança vai ser exposta aos conceitos curriculares e a forma em que se vai ser feita a mediação de aprendizagem, a oferta de material concreto e abstrato,a importância da maturação na língua de sinal para poder ofertar a criança surda uma língua que ela possa assimilar e desenvolver ao longo de seu processo de aprendizagem foi retoricamente falado por Cornett (1967), onde a criança seja exposta não somente a língua de sinal , mas, a palavras complementadas conseguindo uma leitura labial “cued-speed”, não para ser substituído a língua mãe de sinal, mas, para que essa criança possa ter um maior leque comunicativo e expressivo em todas as situações em que estiver exposta, sobre esse assunto pode s ler mais em :Cornett, R.Cue speech .American Annals of tthe Deaf, p.112,3-13 1967).
O enfoque bimodal e bilíngüe na forma em que é feita a mediação do conhecimento a criança surda ainda esta em fase deconstrução , estruturação e analise de seus meios empregados , é muito comum ouvirmos educadores dizerem que são bilíngües , mas estes em muitas vezes utilizam a versão português interpretado em língua sinal se baseando na estrutura lingüística do português , sendo assim bimodal e não bilíngüe. O bilingüismo reconhece e observa a língua de sinal distinta com estruturas morfológicas completas, sistemas e processos sintáticos e semânticos próprios de uma língua com toda gramática para utilização a distinguindo dos demais dialetos falados .
A importância da integraçã: Até que ponto podemos discutir ou questionar sobre a inclusão, somos todos inclusos e ao mesmos tempo exclusos, o que podemos revindicar são nossos direitos e deveres, a única coisa que temos ceteza é que quanto mais nos desenvolvemos , quantos mais a história avança não conseguimos estancar a hemorragica sangria da diferença.
Processos da aquisição da lingua materna (libras)
12:20Por Vanda Ap. Góes
Ao longo da história humana registros e estudos tem apontado toda segregação eestereótipos que os indivíduos surdos tem enfrentado. O Brasil quando comparado com outros países nota-se que pouco avanços teve na educação e na elevação social desse grupo assim como ainda se faz necessário uma política voltada aos cumprimentos das Leis que asseguram os direitos de seus patriotas essas leis deferidas mas pouco cumprida : Lei 2005/06 do código do consumidor, BRASIL. Lei Federal n Q 10048, de 08.11.2000 - Dispõe sobre a Prioridade de Atendimento -regulamentada pelo Decreto nQ 5296, de 02.12.2004 BRASIL. LeiFederal nQ 10098, de 19.12.2000 - Lei da Acessibilidade - regulamentada pelo Decreto nQ 5.296, de 02.12.2004. BRASIL. Lei Federal n V0436, de 24.04.2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá outras providências - regulamentada pelo Decreto nQ 5626, de 22.1 2.2005.
O Brasil por ser um território grande e de diversidades incalculável acaba por não ter estudos sociológicos adequados a realidade brasileira e muito vezes ficando apenas nos incisos das Leis os direitos adquiridos e estes são do conhecimentos de uma pequena parcela da população não fazendo parte da cultura do povo, se tornando assim uma língua morta . Esse fato tem contribuindo paro que ao longo dos tempos os sujeitos surdos , vem enfrentado confrontos tantos nos aspectos sociais cognitivos e emocionais que interferem em seu paradigmas, costumes e relações intra e enter-pessoal. Outro fato relevante para estudos é saber a diferença existente entre o sujeito com deficiência surda e o sujeito surdo, sendo estes rotulados e emplacados em uma mesma categoria .A diferença entre essas duas categorias nota-se em teste de audiometria que possibilita a classificação da perca auditiva sendo : 20dB o individuo fala. em cochicho,40dB o indivíduo possui uma fala suave, 60dB conversa normal, 80dB há um trânsito ruidoso,100dB escavadeira ,120dB reator. Para o individuo com menos de 41 dBs são necessárias experiências visuais, das mais simples para a mais complexas para uma possível estruturar conhecimentos que o levará a obter habilidades especificas para aquisição de competências lingüísticas .È através das experiências visuais ofertadas desde os primeiros dias de vida do bebê surd@ é que se poderá estruturar todo o processo de aquisição lingüística e social dessa criança . Coll, César (2004) ,relaque foram observadas crianças de 12 a 19 meses , que sendo filhos de pais surdos tinham uma comunicação pré estabelecida com seus pais igual aos balbucios vocal da criança ouvinte , que seus balbucio eram manual silábicos e que estes continham duração e possíveis construções de significados igual das crianças O balbucio é a expressão de uma capacidade de linguagem amodal , associada a fala e ao sinal. Apesar das diferenças radicais dos mecanismos motores que sub jazem ao sinal e a linguagem falada as crianças surdas e ouvintes produzem unidades de balbucio idênticas(p.180). A Dr. Cristina Broglia Feitosa de Lacerda (UFSCar 2010) fonoaudióloga relata através desuas relevantes pesquisas a importância dos primeiros meses de vida da criança, onde o contato com a mãe e as primeiras introdução das mãos mágicas ( mãos que falam com o bebê, chamando a atenção dele ao toque , gesticulando com as mãos para chamar atenção,voltar o rostinho do bebê para sua direção para chamar sua atenção fazendo uma dança com a fala e com a mãos), levam a criança a sair de seu mundo silencioso eemergir no mundo dos significados. Importantes estudos nos revelam que nosso cérebro é dividido em hemisfério direito e hemisfério esquerdo , sendo o direito responsável pela visão , e o esquerdo pela fala , o mais interessante em tudo é que o hemisfério esquerdo transforma em pensamentos complexos para uma linguagem não sendo necessário como se pensava, a percepção de sons , mas, sim que todo elemento o leva a essas competência , podendo assim afirmar que os sinais introduzidos substituem o som , e que a criança surda sofre os mesmos processos de aquisição de estrutura de pensamentos e que com estímulos apropriados se pode obter naturalmente a linguagem oral. Para tanto é imprescindível que as alterações comportamental do bebê se percebem na primeira infância, ou seja , desde o colo da mãe , que o bebê não esta oferecendo respostas aos estímulos auditivos , se faz necessário a busca de um profissional da área e que este profissional possua habilidades especificas e dimensional para tratar de um assunto que fará toda uma diferença .O que realmente acontece, e que sendo os pais ouvintes acabam por confundirem surdez com síndromes, anomalia, deficiências cognitivas etc. Existem poucos quadros em que se observa antes dos 3 primeiros meses de vida (em alguns casos pode-se diagnosticar pela língua a Síndrome. È de suma importância ressaltar o papel da família , sendo que o primeiro contato com a socialização e comunicação parte da família, e como essa família poderá socializar e ter comunicação com seu filh@ que não ouve e não responde os seus estímulos? È através das experiências visuais ofertadas desde os primeiros dias de vida do bebê surd@ é que se poderá estruturar todo o processo de aquisição lingüística e social dessa criança Estudos tem apontados que o bebê surd@ tem os mesmos processos evolutivos cognitivos que um bebê ouvinte e que este estando em contato com uma língua em que norteia um processo natural de comunicação , este passara pelos mesmos estágios pré-lingüísticos de um bebê ouvinte. Caberia nas grades curriculares de formação do pedagogo ,já que está tem a disciplina de LIBRAS, conforme sancionada a Lei 2005/6, que houvesse também uma capacitação voltada a diferenças e semelhanças pertinentes ao assunto pois ainda hoje a sociedade possui dois pontos de vistas sobre a surdez, sendo :
· Portadores de Necessidades Especiais.
· Diferença Lingüísticas.
O Deficiente auditivo não tem perca total de surdez, essa pode ser leve , média ou moderadas necessidade em muitos casos de se usar uma prótese auditiva (AAS) , possuindo uma comunicação oral .O surdo possui perca auditiva profunda, tendo sefazer necessário a aquisição de estratégias visual para desenvolver idéias e suposições para elencar e estruturar seus processos cognitivos, possuindo assim uma áudio comunicação. Há algum tempo atrás atribuíam a dificuldade de aquisição de letramento aos surdos por pensarem que estes não possuíam a faculdade de raciocínio abstrato, , sendo este vinculado a inteligência ,os incapacitando de formarem processosmentais pertinentes a formação de idéias. este respeito Ceci (1990) argumenta que acapacidade de pensar complexamente esta quase sempre ligada a uma rica base de conhecimento obtida no contexto ou na prática. As pessoas inteligentes não são dotadas de um maior poder de raciocínio abstrato, o que elas tem é suficiente conhecimento num domínio para pensar de maneira complexa.. Tem se buscado muito formas de entender e representar uma estrutura compatível com a necessidade gramatical com morfemas e concordâncias nominal para língua de sinal brasileira Verifica-se a importância do oralismo em determinada épocas , pesavam que falando habilitariam as pessoas a fazerem parte da sociedade, mas apenas conseguiram terem mal falantes sem semântica e concordância incapazes de fazerem um frase com períodos composto e complexos.Com tentativas um tanto evasivas para tal educação passou a se procurar estratégias que possibilita os surdos a entenderem e formular estruturas básicas para interagirem socialmente. Skiliar, Carlos, 1945. Aponta o bilingüismo como uma forma completa e de fácil aquisição a comunidade surda , por essa ser uma língua natural da cultura , que não era um português interpretado para língua de sinais como na comunicação total , mas , possui toda uma estrutura lingüística e conceitual para paradigmática educação. Sendo esta, estabelecida por: Língua de sinais, leitura e escrita fala (opcional), sendo esse o direito das crianças surdas e uma Língua oficial paras serem educadas nela. O bilingüismo é tido como o melhor meio de construir estruturas lingüísticas e pensamentos complexos, porque o sujeito surdo através de experiências visuais passa de sinal simples , sinal composto e a sinal com combinações completas revelando assim , que todo individuo independentemente de sua herança genótipa e hesteriótipa possui a faculdade de se adaptar e interagir com seu meio social.Fonte: http://www.webartigos.com/articles/54894/1/PROCESSOS-DE-AQUISICAO-DA-LINGUA-MATERNA-SUJEITO-SURDO/pagina1.html#ixzz19ohQsypW
OBRIGADO..
11:34Oração do professor
Senhor, tu me conheces.
Sabes onde nasci, sabes de onde venho, quem sou. Conheces minha profissão: sou professor.
Desde criança, tinha em mim um imenso desejo de ensinar. Queria partilhar vida, sonhos. Queria brincar de reger. Reger bonecos. Plantas. Reger as águas do mar que desde cedo aprendi a namorar.A todos ensinava, Senhor.
Criava e recriava histórias para senti-las melhor, para reparti-las com quem quisesse ouvir. Eu era um professor. Fui crescendo e percebi o quanto o sonho era real. Queria ensinar mesmo. Estudei. Concluí o curso universitário.
Hoje sou, de fato, um professor. Com diploma, certificado e emprego estável. Hoje não são bonecos que me ouvem, são crianças. Dependem tanto de mim. Do meu jeito. Do meu toque. Do meu olhar.
São crianças ávidas de aprender. E de ensinar. Cada uma tem um nome. Uma história. Cada uma tem um ou mais medos. Traumas. Têm sonhos. Todas elas, crianças queridas, sonham. E eu. Eu, senhor, sou um gerenciador de sonhos. Sou um professor.
Respeito todas as profissões. Cada uma tem seu valor,sua formosura. Mas todas elas nascem da minha. Ninguém é médico, advogado, dentista, doutor, sem antes passar pelo carinho, pela atenção, pelo amor de um professor.
Obrigado, Senhor.Escolhi a profissão certa. Escolhi a linda missão de partilhar.
Tenho meus problemas. Sofro, choro, desiludo-me. Nem sempre dá certo o que programei. Erro muito. Aprendo errando, também.
Mas de uma coisa estou certo: sou inteiro. Inteiro nas lágrimas e no sorriso. Inteiro no ensinar e no aprender.
Sei que meus alunos precisam de mim . E eu preciso deles. E por isso somos tão especiais. E nesta nobre missão de educar, nossa humanidade se enriquece ainda mais.
Sou professor. Com muito orgulho. Com muita humildade. Com muito amor. Sou professor!
Amém!
Gabriel Chalita
Sabes onde nasci, sabes de onde venho, quem sou. Conheces minha profissão: sou professor.
Desde criança, tinha em mim um imenso desejo de ensinar. Queria partilhar vida, sonhos. Queria brincar de reger. Reger bonecos. Plantas. Reger as águas do mar que desde cedo aprendi a namorar.A todos ensinava, Senhor.
Criava e recriava histórias para senti-las melhor, para reparti-las com quem quisesse ouvir. Eu era um professor. Fui crescendo e percebi o quanto o sonho era real. Queria ensinar mesmo. Estudei. Concluí o curso universitário.
Hoje sou, de fato, um professor. Com diploma, certificado e emprego estável. Hoje não são bonecos que me ouvem, são crianças. Dependem tanto de mim. Do meu jeito. Do meu toque. Do meu olhar.
São crianças ávidas de aprender. E de ensinar. Cada uma tem um nome. Uma história. Cada uma tem um ou mais medos. Traumas. Têm sonhos. Todas elas, crianças queridas, sonham. E eu. Eu, senhor, sou um gerenciador de sonhos. Sou um professor.
Respeito todas as profissões. Cada uma tem seu valor,sua formosura. Mas todas elas nascem da minha. Ninguém é médico, advogado, dentista, doutor, sem antes passar pelo carinho, pela atenção, pelo amor de um professor.
Obrigado, Senhor.Escolhi a profissão certa. Escolhi a linda missão de partilhar.
Tenho meus problemas. Sofro, choro, desiludo-me. Nem sempre dá certo o que programei. Erro muito. Aprendo errando, também.
Mas de uma coisa estou certo: sou inteiro. Inteiro nas lágrimas e no sorriso. Inteiro no ensinar e no aprender.
Sei que meus alunos precisam de mim . E eu preciso deles. E por isso somos tão especiais. E nesta nobre missão de educar, nossa humanidade se enriquece ainda mais.
Sou professor. Com muito orgulho. Com muita humildade. Com muito amor. Sou professor!
Amém!
Gabriel Chalita
PROCESSOS DE AQUISIÇÃO DA LINGUA MATERNA SUJEITO SURDO (LIBRAS)
12:26Por Vanda Ap. Góes
Ao longo da história humana registros e estudos tem apontado toda segregação estereótipos que os indivíduos surdos tem enfrentado. O Brasil quando comparado com outros países nota-se que pouco avanços teve na educação e na elevação social desse grupo assim como ainda se faz necessário uma política voltada aos cumprimentos das Leis que asseguram os direitos de seus patriotas essas leis deferidas mas pouco cumprida : Lei2005/06 do código do consumidor, BRASIL. Lei Federal n Q 10048, de 08.11.2000 - Dispõe sobre a Prioridade de Atendimento -regulamentada pelo Decreto nQ 5296, de 02.12.2004 BRASIL. Lei Federal nQ 10098, de 19.12.2000 - Lei da Acessibilidade - regulamentada pelo Decreto nQ 5.296, de 02.12.2004. BRASIL. Lei Federal n V0436, de 24.04.2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá outras providências - regulamentada pelo Decreto nQ 5626, de 22.1 2.2005.
O Brasil por ser um território grande e de diversidades incalculável acaba por não ter estudos sociológicos adequados a realidade brasileira e muito vezes ficando apenas nos incisos das Leis os direitos adquiridos e estes são do conhecimentos de uma pequena parcela da população não fazendo parte da cultura do povo, se tornando assim uma língua morta . Esse fato tem contribuindo paro que ao longo dos tempos os sujeitos surdos , vem enfrentado confrontos tantos nos aspectos sociais cognitivos e emocionais que interferem em seu paradigmas, costumes e relações intra e enter-pessoal. Outro fato relevante paraestudos é saber a diferença existente entre o sujeito com deficiência surda e o sujeito surdo,sendo estes rotulados e emplacados em uma mesma categoria .A diferença entre essas duas categorias nota-se em teste de audiometria que possibilita a classificação da perca auditiva sendo que com valor igual ou inferior a 41 dBs são necessárias experiências visuais, das mais simples para a mais complexas para uma possível estruturar conhecimentos que o levará a obter habilidades especificas para aquisição de competências lingüísticas . È através das experiências visuais ofertadas desde os primeiros dias de vida do bebê surd@ é que sepoderá estruturar todo o processo de aquisição lingüística e social dessa criança .
Coll, César (2004) ,relata que foram observadas crianças de 12 a 19 meses , que sendo filhos de pais surdos tinham uma comunicação pré estabelecida com seus pais igual aosbalbucios vocal da criança ouvinte , que seus balbucio eram manual silábicos e que estes continham duração e possíveis construções de significados igual das crianças. O balbucio é a expressão de uma capacidade de linguagem amodal , associada a fala e ao sinal. Apesar das diferenças radicais dos mecanismos motores que subjazem ao sinal e a linguagem falada as crianças surdas e ouvintes produzem unidades de balbucio idênticas(p.180)
A Dr. Cristina Broglia Feitosa de Lacerda (UFSCar 2010) fonoaudióloga relata através desuas relevantes pesquisas a importância dos primeiros meses de vida da criança, onde ocontato com a mãe e as primeiras introdução das mãos mágicas ( mãos que falam com o bebê, chamando a atenção dele ao toque , gesticulando com as mãos para chamaratenção,voltar o rostinho do bebê para sua direção para chamar sua atenção fazendo uma dança com a fala e com a mãos), levam a criança a sair de seu mundo silencioso e
emergir no mundo dos significados. Importantes estudos nos revelam que nosso cérebro édividido em hemisfério direito e hemisfério esquerdo , sendo o direito responsável pela visão , e o esquerdo pela fala , o mais interessante em tudo é que o hemisfério esquerdo transforma em pensamentos complexos para uma linguagem não sendo necessário comose pensava, a percepção de sons , mas, sim que todo elemento o leva a essa competência , podendo assim afirmar que os sinais introduzidos substituem o som , e quea criança surda sofre os mesmos processos de aquisição de estrutura de pensamentos e que com estímulos apropriados se pode obter naturalmente a linguagem oral.
Para tanto é imprescindível que as alterações comportamental do bebê se percebem na primeira infância, ou seja , desde o colo da mãe , que o bebê não esta oferecendo respostas aos estímulos auditivos , se faz necessário a busca de um profissional da áreae que este profissional possua habilidades especificas e dimensional para tratar de umassunto que fará toda uma diferença .O que realmente acontece, e que sendo os pais ouvintes acabam por confundirem surdez com síndromes, anomalia, deficiênciascognitivas etc. Existem poucos quadros em que se observa antes dos 3 primeiros meses de vida (em alguns casos pode-se diagnosticar pela língua a Síndrome. È de suma importância ressaltar o papel da família , sendo que o primeiro contato com a socializaçãoe comunicação parte da família, e como essa família poderá socializar e ter comunicaçãocom seu filh@ que não ouve e não responde os seus estímulos? È através dasexperiências visuais ofertadas desde os primeiros dias de vida do bebê surd@ é que sepoderá estruturar todo o processo de aquisição lingüística e social dessa criança Estudos tem apontados que o bebê surd@ tem os mesmos processos evolutivos cognitivos que um bebê ouvinte e que este estando em contato com uma língua em que norteia um processo natural de comunicação , este passara pelos mesmos estágios pré-lingüísticos de um bebê ouvinte. Caberia nas grades curriculares de formação do pedagogo ,já que estátem a disciplina de LIBRAS, conforme sancionada a Lei 2005/6, que houvesse também uma capacitação voltada a diferenças e semelhanças pertinentes ao assunto pois ainda hojea sociedade possui dois pontos de vistas sobre a surdez, sendo :
· Portadores de Necessidades Especiais.
· Diferença Lingüísticas.
O Deficiente auditivo não tem perca total de surdez, essa pode ser leve , média ou moderadas necessidade em muitos casos de se usar uma prótese auditiva (AAS) possuindo uma comunicação oral .O surdo possui perca auditiva profunda, tendo se fazer necessário a aquisição de estratégias visual para desenvolver idéias e
suposições para elencar e estruturar seus processos cognitivos, possuindo assim uma áudio comunicação. Há algum tempo atrás atribuíam a dificuldade de aquisição deletramento aos surdos por pensarem que estes não possuíam a faculdade de raciocínio abstrato, , sendo este vinculado a inteligência ,os incapacitando de formarem processos mentais pertinentes a formação de idéias. este respeito Ceci (1990) argumenta que a capacidade de pensar complexamente esta quase sempre ligada a uma rica base deconhecimento obtida no contexto ou na prática. As pessoas inteligentes não são dotadasde um maior poder de raciocínio abstrato, o que elas tem é suficiente conhecimentonum domínio para pensar de maneira complexa.. Tem se buscado muito formas de entender e representar uma estrutura compatível com a necessidade gramatical com morfemas e concordâncias nominal para língua de sinal brasileira Verifica-se a importância do oralismo em determinada épocas , pesavam que falando habilitariam as pessoas a fazerem parte da sociedade, mas apenas conseguiram terem mal falantes sem semântica e concordância incapazes de fazerem um frase com períodos composto e complexos.Com tentativas um tanto evasivas para tal educação passou a se procurar estratégias que possibilita os surdos a entenderem e formular estruturas básicas para interagirem socialmente. Skiliar, Carlos, 1945. Aponta o bilingüismo como uma forma completa e de fácil aquisição a comunidade surda , por essa ser uma língua natural da cultura , que não era um português interpretado para a língua de sinais como na comunicação total , mas , possui toda uma estrutura lingüística econceitual para paradigmática educação. Sendo esta, estabelecida por: Língua de sinais, leitura e escrita fala (opcional), sendo esse o direito das crianças surdas e uma Língua oficial paras serem educadas nela. O bilingüismo é tido como o melhor meio de construir estruturas lingüísticas e pensamentos complexos, porque o sujeito surdo através de experiências visuais passa de sinal simples , sinal composto e a sinal comcombinações completas revelando assim , que todo individuo independentemente desua herança genótipa e hesteriótipa possui a faculdade de se adaptar e interagir com seu meio social.








